toda história tem seu fim


Rio de Janeiro, 15 de maio de 2012

Nesse post contaremos como foram os últimos dias da viagem, os momentos derradeiros de um sonho. Parar pra falar sobre isso agora que completamos 3 meses de volta ao Brasil traz um misto de saudades, alegrias e sensação de missão cumprida. Os últimos momentos foram ainda de muitas belezas e encantamentos. Incrível pensar que após passar um ano vivendo o novo diariamente, ainda era possível surpreender e emocionar.

Continuamos o giro de carro pela Nova Zelândia. Depois de deixar pra trás os glaciares de Fox Glacier, seguimos pela estrada que desbravava a costa oeste do País. Como virou rotina, o cenário era de arrepiar. As curvas revelavam praias lindíssimas que admirávamos do alto das falésias. É a terra dos mirantes, com mil razões pra deixar a boca aberta.

         

Chegamos às Pancake Rocks. A princípio, tivemos até alguma dúvida se deveríamos parar por ali. Já se aproximava o final do dia e ouvimos um mochileiro falar com certo desdém desse lugar que seria apenas parecido com algumas “panquecas empilhadas”. Mas, como a gente parava por todo e qualquer bom motivo, resolvemos dar uma conferida. Decisão acertada: as Panquecas são lindas! Uma formação peculiar e dramática, com a água explodindo nervosa entre as rochas e um visual respeitável no entorno. Dormimos no primeiro camping que encontramos, há menos de um quilômetro dali.

Mesmo nos restando pouco tempo de volta ao mundo, resolvemos sair do roteiro mais tradicional da Nova Zelândia e continuar subindo pela costa oeste até Karamea. Ao deixar a rota principal, a cada cidadezinha que entrávamos os turistas estrangeiros tornavam-se mais e mais raros. Uma boa oportunidade pra perceber como viajar em motorhomes é um hábito genuinamente neozelandês. Verdadeiras casas ambulantes (e eventualmente nem tão ambulantes assim, pois alguns trailers estão definitivamente estacionados em acampamentos próximos à praia) e uma cultura arraigada de boa convivência entre os viajantes.

Karamea é o ponto final da estrada. O caminho perde o asfalto, ganha muitas curvas, torna-se estreito a ponto de só caber carro em um sentindo e por fim acaba. A partir daí, já dentro de um parque nacional, só é possível seguir a pé. As trilhas na mata levam às incontáveis cavernas, riachos e os pitorescos e espetaculares arcos de rocha. A água ácida dos rios formaram túneis nas montanhas de calcário de uma escala quase inacreditável. E praticamente não existem outros visitantes por perto.

O destino seguinte foi a cidade de Nelson, já bem ao norte da Ilha Sul. O tempo havia virado e passamos a rodar debaixo de chuva. Nelson é uma cidadezinha simpática, com alguns museus interessantes, uma coleção de carros antigos, praias, mirantes e um centro histórico simpático. Não é extraordinária, mas um bom lugar pra pernoitar antes de seguir para Picton de onde saem as balsas pra Ilha Norte. Por sinal, é bom reservar seu espaço na balsa com pelo menos dois dias de antecedência, principalmente se estiver de carro. As duas empresas que fazem a travessia são a Interislander e a Straits Shipping e a reserva pode ser feita no site delas. O percurso leva entre 3 e 4 horas, é confortável e a paisagem ajuda a passar o tempo.

Aportamos em Wellington, capital do País. Uma cidade moderna, com excelentes museus como o Te Papa e altíssimo padrão de vida. Não ficamos por muito tempo e prosseguimos com a jornada no mesmo dia. A ilha norte é mais povoada e desenvolvida e isso se traduz em pistas mais largas e expressas. Parece uma vantagem, mas não é. As alucinantes paisagens dão lugar ao cenário mais monótono de auto-estrada, com grandes retas e apenas o “progresso” no entorno da rodovia. Mas, a ânsia desbravadora estava aguçada com a aproximação do dia de voltar pra casa e logo demos um jeito de trocar as vias expressas por caminhos menos percorridos. Dormimos em um povoado qualquer, nos perdemos um pouco pelas estradinhas secundárias e, então, encontramos Rotorua. Essa região está repleta de geysers, que são aqueles jatos de vapor que brotam do chão, denunciando a intensa atividade vulcânica sob nossos pés. Pipocavam opções de termas e spas com suas fontes de água fervente, desde que você esteja disposto a encarar o desagradável cheiro de enxofre.

Mas, nem só de termas e geysers vive Rotorua. A região também é famosa por ser o principal núcleo da cultura Maori. Aliás, interessante notar a diferença entre australianos e neozelandeses em relação aos povos primitivos das terras em que vivem. O povo Maori é visto como dono de uma rica cultura ancestral. É respeitado e admirado no País e faz parte da identidade e história dos habitantes de hoje. Status que os aborígenes estão longe de ter na Austrália. E a região tem ainda muitos lagos e ostenta um dos percursos mais belos que se pode fazer de carro nessas ilhas.

Enfim, pegamos a auto-estrada para Auckland. A maior cidade da Nova Zelândia é carinhosamente chamada de mini-Sidney. E, de fato, é menor e menos impressionante que a metrópole australiana. Aliás, não vá à Nova Zelândia esperando ver grandes cidades como existem na Europa e em alguns lugares da Ásia. A população do País mal passa dos 4 milhões de habitantes e isso é o que vive somente na região metropolitana de Belo Horizonte. Mas, pode esperar encontrar um dos mais altos padrões de qualidade de vida do mundo. Repousando sobre mais de 40 vulcões, Auckland tem muitos parques e pontos de interesse como a Sky Tower, as galerias de arte e a maior proporção de veleiros por habitante do mundo.

Porém, a lembrança da cidade hoje nos remete a uma retrospectiva da viagem como um todo. Perambulamos pelas ruas sabendo que um ano havia passado e a gente estava a um passo de retornar pra casa. Relembramos os muitos, incontáveis, inesgotáveis bons momentos. Trocamos ideias com os últimos mochileiros com quem cruzamos e abrimos uma última e comemorativa garrafa de vinho.

De lá, os caminhos que nos levaram à Santiago do Chile seriam apenas uma etapa que nos traria de volta ao Brasil. Desembarcamos no Rio de Janeiro em 15 de fevereiro de 2012. Realizados e felizes.

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57 respostas para toda história tem seu fim

  1. Enrico Luzi disse:

    Fred, Letícia !!!

    Inspiradíssimos por vocês meu mochilão de volta ao mundo saiu do papel e tem até blog agora, veja só :D hehehe

    Queria mandar um grande abraço aí pra vcs e deixar o endereço, se vcs quiserem acompanhar e tiverem 50% do prazer que eu e uns amigos tivemos acompanhando a viagem de vcs já fico feliz !

    http://www.cafedosviajantes.com/

    Nos vemos por aí ! Até !

    • Fantástico, Enrico e Lívia!!
      Foi com alegria e saudades que lemos que nossa história também ajudou a inspirar vcs a construírem uma viagem como essas! Nós sabemos que são muitas as inspirações e motivações para partir para um jornada assim. E serão incontáveis as experiências e momentos inesquecíveis. O poder que o desapego tem de nos levar a situações extraordinárias em nossas vidas!
      Desejamos a vcs nada menos que os melhores dias de suas vidas! Aproveitem imensamente!
      Abraços,
      Fred e Letícia

  2. Parabéns Fred e Letícia!
    Acompanhei na época quando vocês estavam no Marrocos! Voltei aqui para terminar de ler os relatos e fiquei encantada com cada palavras de vocês! Já anotei várias dicas e seguirei alguns passos na minha viagem! Obrigada pela experiência e mais ainda por compartilhá-la!! A viagem de vocês foi realmente incrível!
    Abraços

  3. Mariana M. disse:

    Olá Fred e Letícia, então eu desde que me considero por gente, sonho em conhecer vários países, idiomas e culturas diferentes! Os meus pais me dão total apoio para eu ficar um tempo mochilando. E estou pretendendo em breve ver o que esse mundão tem para me mostrar…
    A minha dúvida é:
    Vocês encontraram bastante meninas/mulheres mochileiras?
    Vocês acham que uma mulher mochileira sofre muitos preconceitos?
    Abraços! Ah e amei os posts de vocês!

    • william.gois@yahoo.com disse:

      Oi Mariana, eu acabei de fazer um mochilao de 1 mes por Perú, Bolivia e Chile, e encontrei varias meninas fazendo mochilao sozinha…inclusive acabei fazendo amizade com uma canadense que esta a 7 meses viajando desde o Canada e hoje ela esta na Argentina. Não vi perigo algum, eh claro que vc deva tomar alguns cuidados. Mas super recomendado ¡

  4. William Gois disse:

    Saudadessss deste blog!
    Eu mudei de emprego aonde acompanhei a viagem de vcs e perdi o endereço,
    Agora estou me preparando pro meu primeiro mochilão, Macchu Picchu.
    Um grande beijo,
    Sucesso a vcs!

  5. ikmaciel disse:

    Por favor, gostaria do email de vocês para trocar informações. Parabéns pela jornada ;)

  6. Joyce disse:

    Oi Letícia, oi Fred,

    Achei o blog de vcs depois de ler uma matéria na net sobre volta ao mundo em 10 orçamentos. Me deliciei com cada post e viajei com vcs. As fotos são incríveis e os textos mto interessantes.
    Encontrei o blog pq desde Janeiro estou programando uma volta ao mundo com meu namorado. Já li o blog de outros brasileiros que passaram pela mesma experiência e na sexta feira terminei de ler o blog de vcs.
    Vcs poderiam me passar o e-mail de vcs pra que possamos conversar melhor?
    Meu e-mail é: joycesil@bol.com.br

    Obrigada.
    Bjs
    Joyce

  7. Venho parabeniza-los pela fascinante viajem
    Estou animada pois desejo fazer o mesmo, por isso venho perguntar o valor desta viajem ??
    Falem um valor para mais, nao te problema apenas para que eu possa tenha uma base.
    Outra coisa, vocês tiveram muita dificuldade com os idiomas?
    Aguardo uma resposta.. ABraço

    • Oi, Vanessa!
      Uma viagem dessas custa o preço de um carro novo.
      Se é o preço de um carro popular ou de super esportivo, dependerá do quanto de conforto e luxos vc quiser ter!!
      O inglês resolve na grande maioria dos lugares. Como uma referência, a proporção de pessoas que dominam ou que podem quebrar um galho com inglês no Brasil está entre as mais baixas do mundo.
      Qdo o inglês não resolvia, a gente ia de mímica, desenho, boa vontade etc. rs…
      Abraços

  8. Eduardo disse:

    Oi Fred tudo bem?

    Estou escrevendo de Sp, me chamo Eduardo e estou com idéias de fazer uma viagem de um ano ao redor do mundo tb. Achei sua viagem muito legal. Queria saber algumas infos, sobre a experiencia de vocês, facilidades e dificuldades. Podemos nos falar por e-mail.
    Abs
    Edu

  9. Rafael Coelho disse:

    Oi, Fred e Letícia! Cheguei ao blog de vocês pelo Mochileiros e, acreditem, já li quase todos os posts. Tamanho interesse vem de uma difícil decisão que eu e a minha mulher tomamos há pouco mais de uma semana, mas que é fruto de uma inquietação não tão nova: nos desfazermos dos nossos empregos e bens para darmos ouvidos ao que o mundo tem a nos dizer. Gostaria muito de trocar uma ideia com vocês (por e-mail e, se possível, pessoalmente também), pois estamos com milhares de dúvidas ainda! Vocês ainda estão pelo Rio? Parabéns pela decisão, pela viagem, pelos relatos e por estarem de volta cheios de histórias pra contar. Grande abraço!

  10. Tati disse:

    O blog de vocês é muito inspirador para todos os mochileiros que, como eu, também estão planejando uma grande aventura assim. Esbarrei nele hoje apenas, e já o li inteiro. Hehe.
    Como está a adaptação pós-viagem? Talvez seria um bom tema para um novo post, não? Pois acredito que seja algo tão novo quanto a viagem em si.

    Acho que minha única dúvida que não ficou esclarecida nos posts super úteis de vocês foi sobre a bagagem. Fiquei reparando nas roupas nas fotos para ter uma idéia do que vocês levaram, hehe, mas quem sabe vocês poderiam falar sobre isso também. Imagino que acabaram levando algumas coisas que não usaram, como todos fazemos em quase todas as viagens. hehe.

    Mas não vim aqui pra pedir posts, e sim para parabenizá-los pelo blog e por terem realizado esse sonho de vocês. :)

    Abraços!

    • Que bom, Tati! Obrigado!!
      A ideia é boa mesmo pro post. Aliás, tivemos algumas ideias e não materializamos nenhum ainda. Será que ainda tá em tempo?!
      Vamos correr atrás!
      Tem mais uma viagem (bem mais curta) vindo por aí. Acho q aí nos movimentos pra subir coisas q nunca foram pro ar por aqui…
      Bjs

  11. Fabio Yogi disse:

    Parabens pelo blog!
    Gostaria de fazer uma solicitação…
    Estou querendo fazer a viagem que vcs fizeram mas a logística é complexa, né?
    O item principal que queria a ajuda de vcs é saber (sem querer ser indiscreto!) quanto vcs gastaram…

    • Fábio, essa pergunta é comum e não tem uma resposta fácil. Vai depender de pra onde vc vai, por quanto tempo e com quanto conforto vc quer rodar. Ainda vamos fazer um post com estimativas de gasto diário por país. Aí, vc pode pensar como seria o seu caso, blz? Abração

  12. Patricia disse:

    Foi muito bom acompanhar esse blog e ver que tudo deu certo, pena que acabou a viagem, mas não acabem com o blog, quando lembrarem de alguma coisa legal postem =)
    Vocês vão fazer um resumo dos gastos? Fechou o que vocês esperavam? É o que realmente falam, que na Ásia é no max U$30 por dia? Vocês bem que podiam fazer um post sobre isso, sem querer pedir muito hehheh
    Obrigada por terem compartihado essa experiência com agente
    Abraços

    • Obrigado, Patrícia!
      Vamos fazer mesmo esse post, tá demorando a sair, né!?
      A Ásia é barata mesmo. Dependendo do lugar, pode sair até menos do que isso!!
      Um abração e nos perdoe a demora!

  13. Eduardo Barros disse:

    Olá,
    Teclo de Salvador BA
    Maravilha de experiência, sem duvida profundas mudanças devem ter ocorrido dentro de cada um de vocês. Acredito que somos produto do que vemos, vivemos e sentimos e que este é o maior bem e o único que realmente nos pertence e não nos pode ser tirado.
    Eu e minha mulher, Branca, estamos muito empolgados com a ideia de passar por tal transformação e gostaríamos de poder contar com vocês na resolução de algumas dúvidas que temos.
    Se possível nos mande um alo no bsemerene@hotmail.com para que possamos manter um contato mais próximo.

    abraço!

  14. Fernanda disse:

    Fred e Leticia,
    Estou completamente encantada pelo blog de vocês!Cheguei até aqui por causa de um post de vocês no mochileiros.com.Estou pretendendo fazer uma viagem com uma proposta bem parecida com a de vcs.E agora que estou lendo todos os relatos da viagem fico cada vez mais inclinada a copiar os destinos que vcs fizeram!!hahahahaha.
    Queria fazer 2 perguntas que até agora acho que parecem ser a parte masi dificil de planejar uma viagem assim,fora a grana,claro!Alias,por falar nisso,vcs tem uma ideia de quanto vcs gastaram os dois?
    Bom o que eu queria mesmo saber foi como vcs fizeram com a bagagem pra esse tempo todo,principalmente com toda essa variação de temperatura que vc pegaram no caminho?
    E como vcs fizeram para ir de uma cidade a outra?Nestes lugares “menos turisticos”, foi muito dificil?Pensei em comprar tb a passagem de volta ao mundo…
    Parabéns pela iniciativa de fazer um blog com as experiências desta viagem maravilhosa,ajuda muito quem tem a mesma vontade!
    Beijos
    Fernanda

    • Fernanda, fica a promessa de um post só pra tratar dos gastos! É uma conta meio complicada, que depende de vários fatores. Mas, vamos tentar esclarecer tudo o que a gente puder!
      Quanto ao rodar entre os lugares menos turísticos, varia de lugar pra lugar. Mas, a questão é: se as pessoas do próprio país conseguem chegar lá, vc tb consegue.
      Eventualmente, isso vai significar um trem lotado, ônibus velho, viajar sentado no chão e em estradas horríveis. Mas, faz parte da experiência, não é verdade?!
      Já com relação à roupa: mto desprendimento! As roupas pro frio pesado é inevitável levar, pq qdo vc precisar delas irá se arrepender mto se não tiver. Mas, procure roupas de frio de tecidos sintéticos, que são leves de carregar e esquentam bem. No espacinho que sobrar na mochila, poucas opções e muita lavanderia! Com tudo o que se há pra levar, as roupas do dia a dia não podem pesar mais do que 5kg e ocupar um espaço bem reduzido…
      Bjos

  15. Rogério disse:

    E depois de rodar o mundo inteiro viraram meus vizinhos, olha só que coisa. Sabia que eu estava no melhor lugar do mundo. kkkkk Acabou a inveja. kkkkkkk Brincadeirinha…
    A viagem de vocês vai deixar saudades pra gente que acompanhava o blog também.

  16. Anônimo disse:

    É isso aí Fred e Le, esta aventura acabou, mas estou certo que outras virão. Espero que voltemos a nos encontrar nas próximas também… Abração

  17. nina disse:

    acompanhei a história de vcs desde o começo, mas nunca comentei nada, pois sempre via outros comentários falando o mesmo que eu pensava, então não quis ser repetitiva! mas agora que essa história chegou ao fim, queria só deixar meu obrigada por terem compartilhado essas aventuras incríveis com a gente, foi uma delícia ter um gostinho do mundo sem sair de casa! podem ter certeza que a história de vcs foi inspiradora e animadora pra muita gente (inclusive eu =D) tentar um dia fazer o mesmo que vcs fizeram… boa sorte no retorno ao mundo “real”! ;)

    • Obrigado, Nina! Ficamos muito felizes com sua mensagem (mensagens gostosas de ler nunca são repetitivas!) ;)
      Espero que consiga também realizar esse sonho.
      Temos certeza que mundo “real” também nos trará muitas aventuras! :)

  18. Anônimo disse:

    Saudade de vcs…

    Shirley

  19. pabloekarina disse:

    Fred e Letícia, parabéns pela viagem e obrigado por dividir tudo isso conosco!
    Abraços,
    Pablo e Karina

  20. O blog de vocês é muito bom!! Parabéns pelos textos, sempre motivadores e inspiracionais!

  21. Margareth Ambrosio disse:

    Que experiência fantástica! Agora a pergunta que não quer calar: como se adaptar novamente à vida cheia de rotinas iguais? Parabéns! Beijo grande.

  22. Adolfo Paes disse:

    Que experiência única que tiveram, lembranças como essas vividas não há dinheiro nenhum no mundo que pague, foi o melhor investimento que realizaram… Parabéns!

  23. Dalini disse:

    Lindo! Parabéns Fred! Sou fã de vocês! Fiquei muitas vezes emocionada e inspirada por vocês.

    Um beijão,
    Dalini

  24. Diego disse:

    Magnífico. Parabéns!

  25. sem palavras!
    parabéns! e ficarei no aguardo esperançoso de novas aventuras do casal! que venham novas histórias, pois – como disse Saramago:
    “A viagem não acaba nunca. Só os viajantes acabam. E mesmo estes podem prolongar-se em memória, em lembrança, em narrativa. Quando o visitante sentou na areia da praia e disse:
    “Não há mais o que ver”, saiba que não era assim. O fim de uma viagem é apenas o começo de outra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite, com o sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava. É preciso voltar aos passos que foram dados, para repetir e para traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre.”
    abraços
    Ana

  26. ourmovie disse:

    Caramba! Vocês já pensaram em escrever um livro sobre isso?

  27. Lêda R. J. Chaves disse:

    “Toda história tem seu fim”, mas estou certa de que outras histórias virão……
    Um abraço
    Lêda

  28. Enrico disse:

    Incrível como passou rápido pra gente que acompanhou desde o primeiro post, imagino pra vocês… Parabéns aí e a gente se fala no Mochileiros, pq agora vcs ganharam a responsa de ajudar os desesperados que ainda estão no planejamento da viagem e assustados que tem mta coisa pra pesquisar/fazer, hahahaha Abração !

  29. Marinildes Queiroz disse:

    Vocês já estão há três meses aqui e ainda não nos vimos? Nem acredito. Muito bom ler sobre New Zeland. Se eu estou com saudades da viagem, imagina vocês. rs. Saudades grandes de vocês dois. beijinhos. Mári.

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